Virtudes que vão REVOLUCIONAR minha vida

A palavra de Cristo habite em vós abundantemente... Colossenses 3:16

Permanecendo na Palavra Genuina!

Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho... Gálatas 1:6

Fomos chamados para Resgatar

2Co 5:18 Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação...

A Importância do Batismo

Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus... João 3:3

Meditação

Meditar na Bíblia faz bem para a alma!

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- Liderança espiritual -



O que devemos saber?

Quatro ações primordiais: Números 2: 1-34 mostra um exemplo de liderança.
1)    Planejar: planejamento de Deus para o homem.
2)   Organizar: acamparam e ordem tudo de forma detalhada.
3)   Dirigir: cada um tinha uma trilha.
4)   Supervisionar: havia uma supervisão direta de Moises.

Funções do líder:
a)    Treinar
b)   Estimular
c)    Ensinar

O líder deve ser capacitador. Moisés cumpre estes pontos quando fala a Josué. Entre outros exemplos que podemos ter como de Elias e Elizeu, por exemplo.

O líder é o caule, liderados os ramos, Jesus a raiz. Modelo bíblico João 15. Devemos permanecer em Cristo Jesus.
a)    Para que planejar? Para que organizar?
b)   Para que dirigir? A direção assegura a ação necessária para um movimento acertado.
c)    Para que supervisionar? Mantenha sua vista na meta para assegurar a obtenção dos seus objetivos.

Planejando: a natureza do processo administrativo requer que o primeiro passo seja o de reflexão, o exercito intelectual. Pensar.
O que queremos fazer? Que objetivos finais deverão ser observados? O que é planejamento essencialmente?
Planejar é o processo de predeterminar um curso de ação, dentro de um tempo especifico.

Mediante o planejamento
Há maneiras de fazer com que as coisas aconteçam em vez de esperar que ocorram.
Você vive de maneira tal que seu presente está determinado pelo futuro e não pelo passado.
Ações com proposito e objetivo são mais satisfatórias que o ativismo inútil e desordenado.

Liderança:
Em outras palavras, queremos dizer que o administrador se define em si mesmo no processo de planejamento. O que gera e ordena o planejamento é quem está mais bem qualificado para dirigir.

Porque nós cristãos devemos liderar?
1)    Porque Deus espera que cada um de nós vivamos nossa vidas de forma ordenada e com proposito: 1Co 14:33; Ef 5:1; Mt 5:14-16.
2)   Nós cristãos devemos ser bons planejadores, porque Jesus Cristo nos ensinou a planejar com antecipação: Lc 14:28-32.
3)   Nós cristãos devemos planejar porque estamos nos movendo para atingirmos objetivos.um planejamento adequado lhe assegurará a maneira de evitar passar pela vida apagando fogo (emergência) e sendo distraído de seus objetivos principais 1Co 9:24-26.
4)   Porque Deus nos tem dado uma ordem, um mandato claro que devemos fazer individual e coletivamente enquanto estivermos nesta terra (Mt 28:18-20).

Temos um claro exemplo na vida do apostolo Paulo: At 26:16-18
1)    Ele empenhou-se e trabalhou em uma determinada cidade 18:9
2)   Ele estabeleceu lideres para continuar seu trabalho 1Tm 3; Tt 1:5
3)   Continuou edificando aquele trabalho através de correspondência.
4)   Resultados? Levou boas novas de salvação em Cristo Jesus em todo o mundo conhecido até então.

Como planejar?
  • Reflexão + submissão e dependência do Senhor. Lucas fala do planejamento e submissão na vida de Jesus.
O administrador cristão planeja seguindo os seguintes passos:

1)    Orar buscando a sabedoria de Deus; Daniel.
2)   Fixar seus objetivos e metas; Esdras.
3)   Estabelecer o procedimento lógico mediante o que irá obter seus objetivos almejados;
4)   Organizar antecipadamente os passos num esquema de tempo e calendário. Todos têm as mesmas 24 horas só que nem todos usam bem seu tempo.
5)   Elaborar um prazo. Todos têm um prazo e é um desafio para todos. Na igreja é mais intenso. Orar buscando a sabedoria de Deus. Imagine o pensamento de Josué quando Jeová lhe confiou o plano de tomar a cidade de Jericó (Josué 6:2-5). No mundo secular entre os administradores não cristãos, podemos perceber importância que se dá a essa etapa inspiracional.

Estas passagens e outras passagens nos ajudarão a entender com mais clareza.
(1Pe 1:20; 1Co 2:15-16; Tg 1:5; Pv 16:3; Lc 14:28)

O pedido de oração complementa a convicção inicial que Deus tem posto em nosso coração mediante a este precioso dialogo com Deus que esclarece o que poderia estar sendo pouco definido e confuso, vão tomando forma e significado até culminar com a certeza do que Deus quer que façamos.
Realizações e Relacionamentos: é o que precisamos para uma boa liderança. Foi o que Jesus Cristo nos ensinou.

Pr. Navarro

A existência de Deus

A Existência de Deus


“Como sabemos que Deus existe? A resposta pode ser dada em duas partes: primeira, todas as pessoas têm uma intuição íntima de Deus. Segunda, cremos nas provas encontradas nas Escrituras e na natureza”.

Todas as pessoas de qualquer lugar têm uma profunda intuição íntima de que Deus existe, de que são criaturas de Deus e de que ele é seu Criador. Paulo diz que mesmo os gentios descrentes tinham “conhecimento de Deus”, mas não o honravam como Deus nem lhe eram gratos (Rm 1.21).

Na vida do cristão essa íntima consciência de Deus se torna mais forte e mais distinta.

Além da consciência íntima de Deus, que dá claro testemunho do fato de que ele existe, encontramos claras evidências da sua existência nas Escrituras e na natureza.

As provas de que Deus existe se encontram, logicamente, disseminadas por toda a Bíblia. De fato, a Bíblia sempre pressupõe que Deus existe.

Além das provas encontradas na existência dos seres humanos, há outra excelente evidência na natureza. Quem olha para o céu, de dia ou de noite, vê o sol, a lua e as estrelas, o firmamento e as nuvens, todos declarando continuamente pela sua existência, beleza e grandeza que foi um Criador poderoso e sábio quem os fez e os sustém na sua ordem.

As “provas” tradicionais da existência de Deus, arquitetadas por filósofos cristãos (e alguns não cristãos) de várias épocas da história, são de fato tentativas de analisar as evidências, especialmente as evidências da natureza, de modos extremamente cuidadosos e logicamente precisos, a fim de convencer as pessoas de que não é racional rejeitar a idéia de que Deus existe.

A maior parte das provas tradicionais da existência de Deus pode ser classificada em quatro tipos importantes de argumento:

1. O argumento cosmológico considera o fato de que toda coisa conhecida do universo tem uma causa.

2. O argumento teleológico é na verdade uma subcategoria do argumento cosmológico. Como o universo parece ter sido planejado com um propósito, deve necessariamente existir um Deus inteligente e determinado que o criou para funcionar assim.

3. O argumento ontológico parte da idéia de Deus, definido como um ser “maior do que qualquer coisa que se possa imaginar”.

4. O argumento moral parte do senso humano do certo e do errado, e da necessidade da imposição da justiça, e raciocina que deve necessariamente existir um Deus que seja a fonte do certo e do errado e que vá algum dia impor a justiça a todas as pessoas.

Como todos esses argumentos se baseiam em fatos sobre a criação que realmente são verdadeiros, podemos dizer que todas essas provas (quando cuidadosamente formuladas) são, num sentido objetivo, provas válidas porque avaliam corretamente as evidências e ponderam com acerto, chegando a uma conclusão verdadeira: de fato, o universo realmente tem Deus como causa, realmente dá provas de um planejamento deliberado, Deus realmente existe como ser maior do que qualquer coisa que se possa imaginar e ele realmente nos deu um senso do certo e do errado e um senso de que seu juízo virá algum dia.

Mas noutro sentido, se “válido” significa “capaz de conseguir que todos concordem, mesmo aqueles que partem de falsos pressupostos”, então é claro que nenhuma das provas é válida, pois nenhuma delas é capaz de fazer que todos aqueles que as ponderam acabem concordando.

Finalmente, é preciso lembrar que neste mundo pecador Deus precisa possibilitar que nos convençamos, senão jamais creríamos nele. Lemos que “o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo” (2Co 4.4).

- Teologia Sistemática. Wayne Grudem, Edições Vida Nova -

O Perdão Divino!

O PERDÃO DIVINO


A mensagem do perdão é uma das mais lindas a atraentes na Palavra de Deus. No livro do profeta Isaías, 1:18, lemos: “Vinde e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como escarlata eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”

O perdão divino vai muito além do que simplesmente declarar alguém inocente. O perdão de Deus não só remove a condenação, como oferece poder para que o pecador não continue na prática do pecado. O perdão tem que ver com a transformação do interior. O perdão não é somente necessário para eliminar a culpa por estarmos manchados pelo carmesim ou pela escarlata. O perdão de Deus, vai além. Ele transforma isso à semelhança da cor da neve ou da lã, simbolizando pureza.

Na triste experiência de Davi, rei de Israel, ao cometer uma sucessão de pecados iniciado no adultério com Bate Seba, foi ele despertado pelo profeta Natã. Reconhecendo seu pecado, o inspirado rei escreveu o Salmo 51. Aí encontramos três pedidos específicos que nos ajudam a entender a extensão dos efeitos do perdão de Deus em nossa vida.

Nos versos um e dois Davi pede a Deus respeitosamente perdão e purificação. Interessante esse pedido. Na primeira carta de João, capítulo um, versículo nove nós lemos que Deus é fiel para nos perdoar e nos purificar. No evangelho de João, 19:34, lemos que “um dos soldados feriu a Jesus no lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.” O sangue é o símbolo do perdão e a água o símbolo da purificação. Com a morte de Cristo, não só é perdoado todo pecado, mas também é purificado aquele que o praticou. Davi rogava a Deus por perdão e purificação. E o terceiro pedido do rei que encontramos nessa oração do Salmo 51 está no verso 10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto”. Davi pedia transformação interior.

Amigo ouvinte, o perdão isenta de condenação. Jesus já pagou o preço e sofreu a sentença! A purificação limpa a sujeita deixada naqueles que se envolvem com o pecado. E a transformação interior, como resultado da atuação do Espírito Santo na vida humana, capacita o indivíduo a viver segundo a vontade de Deus reclamada nas Escrituras.

Alguns julgam que para reclamar a bênção do perdão devem primeiro demonstrar que estão reformados. Mas isto não é assim! Jesus aprecia que nos acheguemos a Ele assim como somos, pecadores e desamparados. Podemos ir a Ele com todas as nossas fraquezas, leviandades e pecaminosidade. É Seu prazer nos receber em Seus braços de amor, perdoar nossos pecados e nos purificar de toda a impureza.

Aqui é onde milhares erram – não crêem que Jesus lhes perdoa. Mas devemos saber que é privilégio de todos os que quiserem, pois, perdão é oferecido amplamente para todo pecador.

Amigo ouvinte, as promessas de Deus são para você que me ouve e para eu também. Elas são para todo transgressor arrependido. Força e graça foram providas por meio de Cristo, sendo levadas para todo aquele que crê. Ninguém é tão pecaminoso que não possa encontrar força, pureza e justiça em Jesus.

Deus não trata conosco da mesma maneira que os homens finitos tratam uns aos outros. Os pensamentos do Pai Celestial são de misericórdia, amor e terna compaixão. Em Isaías 55:7, temos o convite: “Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem mau os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o vosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” Que promessa maravilhosa! Deus é grandioso em perdoar!

Satanás está pronto para tirar de nós toda centelha de esperança e todo raio de luz. Mas não devemos consentir com as insinuações do inimigo do bem. Não devemos dar ouvidos ao tentador e sim lembrarmos que Jesus morreu para que pudéssemos viver. Deus desfaz nossas transgressões como a névoa os pecados, como a neblina (Isaías 44:22).

Sim, temos um Pai compassivo que está ansioso para nos perdoar. A parábola do filho pródigo, registrada em Lucas, capítulo 15 confirma essa verdade. Mesmo possuindo riquezas e conforto, o filho mais jovem pediu ao pai sua parte da herança e saiu em busca de prazeres numa terra distante. Tendo gastado toda a sua fortuna foi abandonado pelos próprios amigos na mais completa miséria. E enquanto cuidava de porcos se alimentava da comida deles e lembrava de quantos empregados na casa do pai estavam em melhores condições. Então decidiu o que haveria de dizer ao pai e tendo se levando partiu em direção à casa paterna.No verso 20 está a atitude do pai para com o filho pródigo. “E quando ainda estava longe, seu pai o viu, e movido de íntima compaixão, correndo lançou-lhe ao pescoço e o beijou.” É assim que Deus promete tratar a todos nós que nos extraviamos nos caminhos do pecado.

Em Jeremias 31:3 temos outra declaração maravilhosa: “Com amor eterno te amei, com bondade te atrai.” Amigo ouvinte, cada desejo de voltar para Deus não é senão a atuação do Espírito Santo, atraindo o perdido para o amante coração paterno.

O filho pródigo caiu aos pés do pai e reconheceu ser indigno de ser tratado como filho. Pede para ser recebido como empregado. Mas o pai não só perdoa, purifica e também ordena que a condição do filho seja transformada. Vestes, anel e uma grande festa marcam o retorno ao lar. E é assim que Deus quer fazer conosco. Ao aceitarmos Seu convite e nos aproximarmos dEle como somos e estamos, o infinito amor do Pai nos oferece o perdão, purifica e nos transforma.

Além de ser nosso advogado (I João 2:1) Jesus também promete jamais se lembrar de nossos pecados (Salmo 103:12). Não esqueça disso. Deus quer jogar todo o teu pecado nas profundezas do mar (Miquéias 7:19) e oferecer uma vida renovada pelo Seu amor e pelo Seu poder. É só querer. É só aceitar agora.

Eutanásia/Suicídio

Eutanásia/Suicídio

O término da vida provocado pelo homem deve basear-se nas Escrituras. (1Sm.2:6; Jó:2:7-10; Pv.31:6) - A concessão da vida é de seu proprietário (Deus).

Não é de competência do homem decidir o momento da vida ser extinta. O conceito da misericórdia dado à Eutanásia é equivocado porque implica em prestar socorro até o fim. Desistir da vida é não crer nos valores eternos.
O suicídio é condenado porque é assassinato de um ser à imagem de Deus (Gn.1:17; Ex.20:13;Jo.10:10): devemos nos amar (Mt.22:39;Ef.5:29); é falta de confiar em Deus(Rm.8:38-39); devemos lançar em Deus e não na morte, nossa confiança (1Jo.1:7 e 1 Pe.5:7). Nosso corpo é propriedade de Deus.

Aborto é Certo ou Errado?

ABORTO

A vida no útero materno (Jeremias 1:1-5): Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e antes que saísses da madre, te consagrei e te constitui profeta às nações.

AS PESSOAS TÊM VALOR MESMO ANTES DE NASCEREM.

Deus lhe conheceu, como conheceu a Jeremias, muito antes de você nascer ou ser concebido. Ele lhe conheceu, pensou a seu respeito, fez planos para você.

Quando você se sentir desencorajado ou inadequado, lembre-se que Deus sempre o considerou valioso e sempre teve um propósito para você. (Sl.139:1-24 - Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste.

DEUS OBRA NA VIDA DAS PESSOAS AINDA DENTRO DO ÚTERO.

O caráter de Deus participa na criação de cada pessoa. Quando você se sente sem valor, ou começa a se odiar, lembre-se que o Espírito de Deus está pronto e disposto a obrar em você. Deus pensa em você constantemente (Salmo 139:1-4). Devemos nos respeitar tanto quanto o Criador nos respeita.

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO ABORTO HOJE? Vidas

(2 Crônicas 28:1-8-Tinha Acaz vinte anos de idade, quando começou a reinar,e reinou dezesseis anos em Jerusalém; e não fez o que era reto perante o Senhor, como Davi seu pai (2 Crônicas 28:1).

O ABORTO É UM PECADO CONTRA DEUS.

Tente imaginar a monstruosidade de uma religião que oferece criancinhas como sacrifícios. Deus permitiu que Judá sofresse pesados danos como conseqüência das maldades de Acaz. Esta prática perdura até os dias atuais. O sacrifício de crianças aos duros deuses da conveniência, economia e desejos fugazes continua em clínicas esterilizadas em quantidades que assombrariam ao próprio Acaz. Se queremos permitir que crianças se aproximem de Jesus, precisamos primeiro permitir que venham ao mundo.

Diante do valor da vida humana concedida por Deus no ventre materno, o aborto provocado é crime praticado contra uma vida inocente e indefesa. O movimento feminista prega a mulher usar o corpo como dela, mas seu corpo é de Deus, que a criou. Existem muitos casos em que a sociedade alega razões sem respaldo bíblico. Com exceção do caso em que a vida não é totalmente desenvolvida do bebê, como os anencéfalos (sem cérebro), constituindo uma grande ameaça (morte) para a vida plenamente desenvolvida da mãe, tudo possível ao Deus de milagres, não há motivo justificável na Bíblia. (Ex.21:22;Jó.3:16;Sl.139:13). Quem não tiver umbigo, que se habilite.

Planejamento Familiar

Ter ou não filhos, não é questão meramente biológica, mas que envolve fé, amor e obediência aos princípios de Deus para a família. Filhos são bênçãos do Senhor (SI.127:3-5;128:3,4) e não devem ser evitados por razões egoísticas e utilitaristas. A limitação de filhos por vaidade é pecado; contudo, dependendo da vontade de Deus, a possibilidade do cuidado com os filhos(1Tm.5:8) deve ser observado. Ser irresponsável é ignorância e precisamos reter o bem (1Ts.5:21).

O potencial do casamento é a paternidade que deve ser observada (responsável). Para usar o controle hormonal em problemas nos ovários à controle médico, medicação especializada deve ser consultada.


Fé e Incredulidade - Conseqüências naturais e governativas da fé e da incredulidade - Charles Finney

Conseqüências naturais e governativas da fé e da incredulidade


Por conseqüências naturais se quer dizer conseqüências que fluem da constituição e das leis da mente por uma necessidade natural. Por conseqüências governativas se quer dizer as que são o resultado da constituição, das leis e da administração do governo moral.

1. Uma das conseqüências naturais da fé é a paz de consciência. Quando a vontade recebe a verdade e se entrega em conformidade com ela, a consciência está satisfeita com sua atitude atual e a pessoa fica em paz consigo mesma. A alma está, então, num estado de se respeitar realmente a si mesma e pode, por assim dizer, ver a própria face sem ficar ruborizada. Mas a fé na verdade percebida é a condição inalterável de a pessoa estar em paz consigo mesma. Uma conseqüência governativa da fé é a paz com Deus:

(1) No sentido de que Deus está satisfeito com a vigente obediência da alma. É determinada a ser influenciada por toda a verdade e isto é inclusivo de todo dever. Claro que Deus está em paz com a alma na medida que sua obediência vigente está relacionada.

(2) A fé resulta governativamente em paz com Deus, no sentido de ser uma condição do perdão e aceitação. Quer dizer, a penalidade da lei pelos pecados passados é remida sob a condição da verdadeira fé em Cristo. A alma não só precisa de obediência presente e futura, como condição necessária de paz consigo mesma, mas também precisa de perdão e aceitação por parte do governo pelos pecados passados, como condição de paz com Deus. Mas visto que o tema da justificação ou aceitação a Deus deve vir à baila como um tema distinto a ser considerado, nada mais acrescentarei sobre o assunto aqui.

2. A auto-condenação é uma das conseqüências naturais da incredulidade. Tais são a constituição e as leis da mente que é naturalmente impossível para a mente justificar a rejeição da verdade pelo coração. Ao contrário, a consciência necessariamente condena tal rejeição e pronuncia julgamento contra ela.

A condenação legal é uma conseqüência governativa necessária da incredulidade. Nem o governo justo justifica a rejeição da verdade conhecida. Pelo contrário, todos os governos justos têm de detestar e condenar totalmente a rejeição das verdades, especialmente das verdades que se relacionam com a obediência do sujeito e o bem-estar maior dos governantes e governados. O governo de Deus tem de condenar e detestar inteiramente toda a incredulidade, como rejeição dessas verdades indispensáveis ao bem-estar maior do Universo.

3. Uma vida santa ou obediente é o resultado da fé por uma lei natural ou necessária. A fé é um ato da vontade que controla a vida por uma lei da necessidade. Conclui-se, evidentemente, que quando o coração recebe ou obedece a verdade, a vida exterior deve ser conformada à verdade recebida ou obedecida.

4. Uma vida desobediente e profana é o resultado da incredulidade também por uma lei da necessidade. Se o coração rejeita a verdade, claro que a vida não será conformada à verdade rejeitada.

5. A fé desenvolverá toda forma de virtude no coração e na vida à medida que as oportunidades surgirem. Consiste no compromisso da vontade com a verdade e ao Deus da verdade. Claro que à medida que ocasiões diferentes surgirem, a fé afiançará conformidade a toda a verdade em todos os assuntos e, então, toda modificação da virtude existirá no coração e aparecerá na vida à medida que as circunstâncias na providência de Deus a desenvolverem.

6. Pode esperar-se que a incredulidade desenvolva resistência a toda a verdade em todos os assuntos que estão em conflito com o egoísmo. Conseqüentemente nada mais lógico que o egoísmo em alguma forma possa conter seu aparecimento em qualquer outra forma possível ou concebível. Consiste, que seja lembrado, na rejeição central da verdade e implica a separação do erro. O resultado natural deve ser o desenvolvimento no coração e o aparecimento na vida de toda forma de egoísmo que não é evitado por alguma outra forma. Por exemplo, a avareza pode conter a amatividade, a intemperança e muitas outras formas de egoísmo.

7. A fé resulta governativamente na obtenção da ajuda de Deus. Deus pode e gratuitamente ajuda os que não têm fé. Mas este não é um resultado ou ato governativo em Deus. Mas para o obediente, Ele estende a sua proteção e ajuda governativa.

8. A fé deixa Deus habitar e reinar na alma. A fé recebe não só a expiação e obra mediadora de Cristo como Redentor do castigo, mas também recebe Cristo como Rei sentado em seu trono e reinando no coração. A fé garante para a alma a comunhão com Deus.

9. A incredulidade impede a entrada de Deus na alma, no sentido de recusar o seu reinado no coração. Também exclui a alma de um interesse na obra mediadora de Cristo. Isto não é o resultado de um compromisso arbitrário, mas uma conseqüência natural. A incredulidade impede a entrada da alma na comunhão com Deus.

Estas são sugestões de algumas das conseqüências naturais e governativas da fé e da incredulidade. Não são projetadas para esvaziar o tema, mas somente para chamar a atenção a tópicos que qualquer pessoa que desejar pode investigar por prazer próprio. Deve ser assinalado aqui que nenhum dos caminhos, mandamentos ou compromissos de Deus é arbitrário. A fé é uma condição da salvação naturalmente indispensável, sendo, portanto, a razão de ela se tornar uma condição governativa. A incredulidade torna a salvação naturalmente impossível, então, tem de torná-la governativamente impossível.

Fé e Incredulidade - A culpa e o merecimento da incredulidade - Charles Finney

A culpa e o merecimento da incredulidade


Vimos, em ocasião anterior, que a culpa do pecado é condicionada e graduada pela luz sob a qual o pecado é cometido. A quantidade de luz é a medida da culpa em todos os casos de pecado. Isto é verdade acerca de todos os pecados. Mas é peculiarmente manifesto no pecado da incredulidade, pois a incredulidade é a rejeição da luz, é o egoísmo na atitude de rejeitar a verdade. Claro que a quantidade de luz rejeitada e o grau de culpa em rejeitá-la são iguais. Isto é presumido em todos lugares e ensinado na Bíblia, sendo, com clareza, a doutrina da razão.

A culpa da incredulidade sob a luz do Evangelho deve ser indefinidamente maior do que somente quando a luz da natureza é rejeitada. A culpa da incredulidade, em casos onde a iluminação divina especial foi desfrutada, deve ser imensa e incalculavelmente maior do que onde a mera luz do Evangelho foi desfrutada sem uma iluminação especial do Espírito Santo.

A culpa da incredulidade naquele que se converteu e conheceu o amor de Deus deve ser incomparavelmente maior do que a de um pecador comum. Essas coisas implícitas na incredulidade demonstram que deve ser uma das mais provocantes abominações a Deus no Universo. É a perfeição de tudo o que é irracional, injusto e ruinoso. É infinitamente difamador e desonroso a Deus e destrutivo ao homem e a todos os interesses do Reino de Deus.

Fé e Incredulidade - Condições da fé e da incredulidade - Charles Finney

Condições da fé e da incredulidade


1. Uma revelação à mente da verdade e vontade de Deus deve ser uma condição da fé e da incredulidade. Que seja lembrado que nem a fé nem a incredulidade são coerentes com uma ignorância total. Não pode haver incredulidade mais do que há luz.

2. A respeito daquela classe de verdades que só são discernidas sob a condição da iluminação divina, tal iluminação deve ser uma condição para a fé e para a incredulidade. Deve ser acentuado que quando uma verdade foi revelada uma vez pelo Espírito Santo à alma, a continuação da luz divina não é essencial para a continuação da incredulidade. A verdade, uma vez conhecida e alojada na memória, pode continuar sendo resistida, quando o agente que a revelou é retirado.

3. A percepção intelectual é uma condição da incredulidade do coração. O intelecto tem de ter evidência da verdade como condição de uma convicção virtuosa na verdade. Assim o intelecto tem de ter evidência da verdade como condição de uma rejeição maldosa da verdade. Portanto, a luz intelectual é a condição tanto da fé do coração quanto da incredulidade do coração. Pela afirmação de que a luz intelectual é uma condição da incredulidade não se quer dizer que o intelecto a toda hora admita teoricamente a verdade, mas que a evidência deve ser tal que em virtude de suas próprias leis a mente ou intelecto pode admitir com justiça a verdade rejeitada pelo coração. É caso muito comum que o incrédulo negue em palavras e empreenda refutar teoricamente o que ele não obstante presume como verdadeiro em todos os seus julgamentos práticos.

Fé e Incredulidade - O que é incredulidade - Charles Finney

O que é incredulidade.


O termo, como empregado nas passagens bíblicas que representam a incredulidade como pecado, tem de designar um fenômeno da vontade. Deve ser um estado voluntário da mente. Deve ser o oposto da fé evangélica. A fé é a recepção da vontade; a incredulidade, a rejeição da vontade, da verdade. A fé é a confiança da alma na verdade e no Deus da verdade. A incredulidade é a confiança retentora da alma proveniente da verdade e do Deus da verdade. É a rejeição central da evidência e a recusa de ser influenciada por ela. É a vontade na atitude de oposição à verdade percebida ou evidência apresentada. O ceticismo intelectual ou incredulidade, onde a luz é oferecida, sempre implica a incredulidade da vontade ou do coração. Pois se a mente sabe ou supõe que a luz pode ser obtida em qualquer questão de dever e não faz esforços honestos para obtê-la, esta atitude só pode ser responsável pela relutância da vontade em saber o caminho do dever. Neste caso, a luz é rejeitada. A mente tem luz na medida que sabe que mais é oferecido, mas esta luz oferecida é rejeitada. Este é o pecado da incredulidade. Toda a infidelidade é incredulidade neste sentido, e os infiéis o são não pelo desejo de luz, mas em geral porque se esforçam demais para fechar os olhos a ela. A incredulidade tem de ser um estado voluntário da vontade, como distinto de uma mera volição ou ato executivo da vontade. A volição pode e freqüentemente produz descrença mediante palavras e ações, expressões e manifestações de incredulidade. Mas a volição é apenas um resultado da incredulidade e não lhe é idêntica. A incredulidade é um estado mais profundo, mais eficiente e mais permanente da mente do que a mera volição. É a vontade em sua mais entranhável oposição à verdade e vontade de Deus.

Fé e Incredulidade - O que a incredulidade não é - Charles Finney

O que a incredulidade não é.


1. Não é ignorância da verdade. Ignorância é um espaço em branco, é a negação ou ausência de conhecimento. Esta certamente não pode ser a incredulidade representada na Bíblia como um pecado odioso. A ignorância pode ser uma conseqüência da incredulidade, mas não lhe pode ser idêntica. Podemos ser ignorantes de certas verdades como conseqüência de rejeitar outras, mas esta ignorância não é, como veremos, incredulidade.

2. A incredulidade não é a negação ou ausência de fé. Isto seria um mero nada — uma não-entidade. Mas um mero nada não é aquela coisa abominável que as Escrituras representam como um pecado grande e condenável.

3. Não pode ser fenômeno do intelecto ou ceticismo intelectual. Este estado do intelecto pode ser o resultado do estado da mente adequadamente denominado de incredulidade, mas não lhe pode ser idêntico. A dúvida intelectual ou incredulidade é muitas vezes o resultado da incredulidade assim adequadamente chamada, mas a incredulidade, quando considerada como pecado, nunca deveria ser confundida com infidelidade teórica ou intelectual. Elas são tão completamente distintas quanto o são dois fenômenos da mente.

4. Não pode consistir em sentimentos ou emoções de incredulidade, dúvida ou oposição à verdade. Em outras palavras, a incredulidade como pecado não pode ser um fenômeno da sensibilidade. O termo incredulidade é, às vezes, usado para expressar ou designar um estado do intelecto e, outras vezes, da sensibilidade. Por vezes é usado para designar um estado de incredulidade intelectual, dúvida, desconfiança, ceticismo. Mas quando usado neste sentido, o caráter moral não é, com razão, a afirmação do estado da mente que o termo incredulidade representa.

Às vezes, o termo expressa um mero sentimento de incredulidade com respeito a verdade. Mas não caracteriza o estado de caráter moral da mente, nem pode caracterizar, pela fato de ser involuntário. Em resumo, a incredulidade tão duramente denunciada na Bíblia como uma abominacão muito exasperante, não pode consistir em qualquer estado involuntário da mente.

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